#1
Posted 06 agosto 2011 - 01:51
Tópico para notícias e novidades dos quadrinhos que talvez não mereçam tópico próprio.

#2
Posted 06 agosto 2011 - 04:37

Após a morte de Peter Parker, Miles Morales meio latino e meio negro assume o manto do Escalador de Paredes.
Ainda não sabemos se é um negro mordido por um latino radioativo ou um latino mordido por um negro, mas assim que tivermos mais detalhes, postaremos aqui!

#3
Posted 06 agosto 2011 - 05:27
Migo isso é mentira né?
:amovcs:
:amovcs:
"A viagem por outros universos pode ser mais penosa do que se imagina"
(Mangá Tsubasa) MaressaMaressaMaressa



:amovcs:
Viva o Céu! Viva a Nobreza! Viva o Mar! Viva a Maressa!
#4
Posted 06 agosto 2011 - 06:13
Sempre que estiver em dúvida, consulte o google.
Sim, Peter Parker morreu (ainda não baixei o gibi, quando baixar te dou) e foi substituído. Em casa tento pegar um tópico de um blog que sempre acompanho, o Actions e Comics... Se quiser procure por ele e dê uma conferida antes mesmo de eu postar.
Sim, Peter Parker morreu (ainda não baixei o gibi, quando baixar te dou) e foi substituído. Em casa tento pegar um tópico de um blog que sempre acompanho, o Actions e Comics... Se quiser procure por ele e dê uma conferida antes mesmo de eu postar.

#5
Posted 06 agosto 2011 - 07:22
Quote
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Homem-Aranha: O mais humano de todos os heróis

Este mês estreou o primeiro trailer do filme “The Amazing Spider Man”. Milhares de fãs de todo o mundo deixaram seus comentários, a favor ou contra, na rede mundial de computadores. Também está sendo publicado (nos EUA) “Ultimate Fallout”, minissérie em seis edições que contará as conseqüências da morte de Peter Parker/Homem-Aranha no Universo Ultimate.

O brutal desfecho da saga “A Morte do Homem-Aranha” (Ultimate Spider Man 160), de Brian Michael Bendis e Mark Bagley comoveu muitos leitores e fãs do “Cabeça de Teia” (inclusive esta que vos fala). Peter morrera como um herói. Sob os olhares curiosos de seus vizinhos ele pôde salvar sua tia May e seus amigos, diferente do que ocorrera com seu tio Ben.

Sua morte foi lamentada por todos os heróis do Ultiverso. Cada um, ao seu modo, demonstrou a dor pela perda do “maior de todos os heróis”. E o povo da Big Apple (Nova Iorque) comprovou tal afirmação ao comparecer em peso em sua despedida na Catedral de São Patrício.
Mas o que leva um simples garoto de Forest Hills (Queens) a tornar-se o “maior de todos os heróis”, superando ícones como Capitão América, os Vingadores ou Quarteto Fantástico? Afinal, desde suas primeiras aparições o “teioso” foi duramente perseguido pela imprensa (principalmente o famoso Clarim Diário). “Herói ou Ameaça?”: dizia a manchete.

Criado em 1962 por Stan Lee, Steve Ditko e Jack Kirby, o Homem-Aranha ia de encontro aos heróis já consagrados, como Batman, Superman (ambos da DC) ou Capitão América. Estes últimos eram homens adultos, poderosos, milionários (Batman), inabaláveis sob a capa ou capuz, e tinham suas estórias focadas em suas aventuras super-heróicas, salvando a cidade de um palhaço homicida, o mundo de alienígenas malvados ou de nazistas remanescentes da Segunda Grande Guerra. Diferente do Homem-Aranha: um adolescente comum, um nerd com problemas de relacionamento, órfão, e que, ao contrário de Batman e Superman, não vivia em cidades fictícias (Gotham City e Metrópolis), mas em Nova Iorque, a capital do mundo moderno.

Outro fator importante: se o sombrio Batman representa o sentimento americano da Depressão pós 1929 (Crash da Bolsa) e a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial foi inspiração para o Capitão América, os “anos rebeldes” da década de 60 serviram como pano de fundo para o Homem-Aranha. Eram tempos de Guerra Fria e os americanos rivalizavam com a extinta União Soviética o controle e influência do restante do mundo. Em 1962, ano em que o “Amigão da vizinhança” foi criado, o mundo assistia, de forma apreensiva, o desenrolar da “Crise dos Mísseis” em Cuba.

Foi neste cenário que a Marvel lançou alguns de seus personagens mais famosos: Quarteto Fantástico, Incrível Hulk e Homem de Ferro. Em todos eles a temática da Guerra Fria e do “risco nuclear” estão presentes. Até mesmo Peter Parker adquiriu seus poderes a partir da picada de uma aranha irradiada. No entanto, mais do que uma vítima do “perigo nuclear” que assolava o mundo naquele tempo, o Homem-Aranha encarna outro elemento marcante da década de 1960: a Contracultura. Os jovens daquela época buscavam superar os “erros” de seus pais, quebrando valores que consideravam ultrapassados, criando novos ritmos, conceitos e participando ativamente dos debates políticos.

O Homem-Aranha seria um exemplo deste jovem “rebelde”. A começar pela sua idade: não se trata de mais um herói adulto, mas um jovem que toma para si a incumbência de salvar as pessoas indefesas de sua grande cidade. Afinal, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Seus vilões também representariam a negação dos jovens em relação aos valores decadentes: a maioria formada por homens bem mais velhos que ele: Abutre, Dr. Octopus, Kraven o Caçador, Duende Verde, Lagarto etc.

Peter Parker seria o exemplo de que o jovem comum, suburbano e com problemas típicos de sua idade poderia fazer a diferença para mudar o mundo: tornar-se um herói. Este, portanto, não se resumia à figura mascarada. Na verdade, os dramas de Peter completavam a personagem. Se no dia-a-dia ele era um garoto tímido, vítima de bulling na escola, principalmente por culpa do atlético e popular Flash Thompson (ironicamente o maior fã do Aracnídeo), ao vestir seu traje de Aranha, o herói tornava-se destemido e engraçado. Suas piadas infames irritavam seus inimigos tanto (ou até mais) quanto os seus socos ou sua teia (fruto do brilhantismo nerd de Peter). Sendo assim, inspirado por seu “Amigão da Vizinhança”, ao jovem americano caberia a iniciativa de ironizar e subjugar os “erros” dos adultos (inclusive dos seus pais), mesmo que isso os irritasse.

Próximo de completar cinqüenta anos, o Homem-Aranha permanece como o herói mais humano de todos e um dos mais populares, ao lado de Superman e Batman. Neste longo caminho, tanto o mascarado quanto Peter sofreu terríveis momentos: as mortes do tio Ben e de Gwen Stacy; a “morte” de tia May (que no final das contas não passava de mais um plano maligno de Norman Osborn); a suposta morte (na verdade um seqüestro) de Mary Jane; a Saga dos Clones (foi ou não foi um verdadeiro drama na vida do aracnídeo?); a “morte” (que não foi) de Harry Osborn; o último plano (terrível) de Kraven antes de sua morte (A última caçada de Kraven); as conseqüências da Guerra Civil (após revelar sua identidade secreta ao mundo), etc.

No entanto, mesmo com tantas tragédias em sua vida, no Universo 616, Peter Parker continua firme e forte como Homem-Aranha, escalando prédios, balançando em sua teia, socando vilões e contando suas piadas infames. Destino diferente da versão Ultimate, criada em 2000 com a proposta de reescrever as aventuras dos heróis Marvel para o público do século XXI. Mesmo sendo a personagem principal do Ultiverso, Peter teve um destino trágico. Em breve um novo Homem-Aranha irá surgir, apesar de sua identidade ainda não ter sido revelada. Só nos resta aguardar para sabermos se o herói mascarado sobreviverá sem o tímido nerd Peter Parker. Brian Michael Bendis e Mark Bagley já provaram sua capacidade de nos presentear com boas estórias. Eu, do meu lado, talvez por ser uma aracnofã assumida, ainda sinto um amargo sentimento de perda. É aguardar para ler...

Rafa-ela lê e coleciona HQs (Marvel e DC) há mais de vinte anos e, desde 2010, tornou-se fã do Action & Comics.
Homem-Aranha: O mais humano de todos os heróis

Este mês estreou o primeiro trailer do filme “The Amazing Spider Man”. Milhares de fãs de todo o mundo deixaram seus comentários, a favor ou contra, na rede mundial de computadores. Também está sendo publicado (nos EUA) “Ultimate Fallout”, minissérie em seis edições que contará as conseqüências da morte de Peter Parker/Homem-Aranha no Universo Ultimate.
O brutal desfecho da saga “A Morte do Homem-Aranha” (Ultimate Spider Man 160), de Brian Michael Bendis e Mark Bagley comoveu muitos leitores e fãs do “Cabeça de Teia” (inclusive esta que vos fala). Peter morrera como um herói. Sob os olhares curiosos de seus vizinhos ele pôde salvar sua tia May e seus amigos, diferente do que ocorrera com seu tio Ben.

Sua morte foi lamentada por todos os heróis do Ultiverso. Cada um, ao seu modo, demonstrou a dor pela perda do “maior de todos os heróis”. E o povo da Big Apple (Nova Iorque) comprovou tal afirmação ao comparecer em peso em sua despedida na Catedral de São Patrício.
Mas o que leva um simples garoto de Forest Hills (Queens) a tornar-se o “maior de todos os heróis”, superando ícones como Capitão América, os Vingadores ou Quarteto Fantástico? Afinal, desde suas primeiras aparições o “teioso” foi duramente perseguido pela imprensa (principalmente o famoso Clarim Diário). “Herói ou Ameaça?”: dizia a manchete.

Criado em 1962 por Stan Lee, Steve Ditko e Jack Kirby, o Homem-Aranha ia de encontro aos heróis já consagrados, como Batman, Superman (ambos da DC) ou Capitão América. Estes últimos eram homens adultos, poderosos, milionários (Batman), inabaláveis sob a capa ou capuz, e tinham suas estórias focadas em suas aventuras super-heróicas, salvando a cidade de um palhaço homicida, o mundo de alienígenas malvados ou de nazistas remanescentes da Segunda Grande Guerra. Diferente do Homem-Aranha: um adolescente comum, um nerd com problemas de relacionamento, órfão, e que, ao contrário de Batman e Superman, não vivia em cidades fictícias (Gotham City e Metrópolis), mas em Nova Iorque, a capital do mundo moderno.

Outro fator importante: se o sombrio Batman representa o sentimento americano da Depressão pós 1929 (Crash da Bolsa) e a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial foi inspiração para o Capitão América, os “anos rebeldes” da década de 60 serviram como pano de fundo para o Homem-Aranha. Eram tempos de Guerra Fria e os americanos rivalizavam com a extinta União Soviética o controle e influência do restante do mundo. Em 1962, ano em que o “Amigão da vizinhança” foi criado, o mundo assistia, de forma apreensiva, o desenrolar da “Crise dos Mísseis” em Cuba.

Foi neste cenário que a Marvel lançou alguns de seus personagens mais famosos: Quarteto Fantástico, Incrível Hulk e Homem de Ferro. Em todos eles a temática da Guerra Fria e do “risco nuclear” estão presentes. Até mesmo Peter Parker adquiriu seus poderes a partir da picada de uma aranha irradiada. No entanto, mais do que uma vítima do “perigo nuclear” que assolava o mundo naquele tempo, o Homem-Aranha encarna outro elemento marcante da década de 1960: a Contracultura. Os jovens daquela época buscavam superar os “erros” de seus pais, quebrando valores que consideravam ultrapassados, criando novos ritmos, conceitos e participando ativamente dos debates políticos.

O Homem-Aranha seria um exemplo deste jovem “rebelde”. A começar pela sua idade: não se trata de mais um herói adulto, mas um jovem que toma para si a incumbência de salvar as pessoas indefesas de sua grande cidade. Afinal, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Seus vilões também representariam a negação dos jovens em relação aos valores decadentes: a maioria formada por homens bem mais velhos que ele: Abutre, Dr. Octopus, Kraven o Caçador, Duende Verde, Lagarto etc.

Peter Parker seria o exemplo de que o jovem comum, suburbano e com problemas típicos de sua idade poderia fazer a diferença para mudar o mundo: tornar-se um herói. Este, portanto, não se resumia à figura mascarada. Na verdade, os dramas de Peter completavam a personagem. Se no dia-a-dia ele era um garoto tímido, vítima de bulling na escola, principalmente por culpa do atlético e popular Flash Thompson (ironicamente o maior fã do Aracnídeo), ao vestir seu traje de Aranha, o herói tornava-se destemido e engraçado. Suas piadas infames irritavam seus inimigos tanto (ou até mais) quanto os seus socos ou sua teia (fruto do brilhantismo nerd de Peter). Sendo assim, inspirado por seu “Amigão da Vizinhança”, ao jovem americano caberia a iniciativa de ironizar e subjugar os “erros” dos adultos (inclusive dos seus pais), mesmo que isso os irritasse.

Próximo de completar cinqüenta anos, o Homem-Aranha permanece como o herói mais humano de todos e um dos mais populares, ao lado de Superman e Batman. Neste longo caminho, tanto o mascarado quanto Peter sofreu terríveis momentos: as mortes do tio Ben e de Gwen Stacy; a “morte” de tia May (que no final das contas não passava de mais um plano maligno de Norman Osborn); a suposta morte (na verdade um seqüestro) de Mary Jane; a Saga dos Clones (foi ou não foi um verdadeiro drama na vida do aracnídeo?); a “morte” (que não foi) de Harry Osborn; o último plano (terrível) de Kraven antes de sua morte (A última caçada de Kraven); as conseqüências da Guerra Civil (após revelar sua identidade secreta ao mundo), etc.

No entanto, mesmo com tantas tragédias em sua vida, no Universo 616, Peter Parker continua firme e forte como Homem-Aranha, escalando prédios, balançando em sua teia, socando vilões e contando suas piadas infames. Destino diferente da versão Ultimate, criada em 2000 com a proposta de reescrever as aventuras dos heróis Marvel para o público do século XXI. Mesmo sendo a personagem principal do Ultiverso, Peter teve um destino trágico. Em breve um novo Homem-Aranha irá surgir, apesar de sua identidade ainda não ter sido revelada. Só nos resta aguardar para sabermos se o herói mascarado sobreviverá sem o tímido nerd Peter Parker. Brian Michael Bendis e Mark Bagley já provaram sua capacidade de nos presentear com boas estórias. Eu, do meu lado, talvez por ser uma aracnofã assumida, ainda sinto um amargo sentimento de perda. É aguardar para ler...

Rafa-ela lê e coleciona HQs (Marvel e DC) há mais de vinte anos e, desde 2010, tornou-se fã do Action & Comics.
Link para a matéria no Actions e Comics.
Prestigie e dê uma visita a nossos amigos.

#6
Posted 06 agosto 2011 - 07:46
Em off, Muot-Hart que me perdoe, mas receber um post sobre a própria morte num tópico para gibis que não merecem um tópico próprio mostram o quão lixo é esse Spiderman Ultimate.
Bem, Maressa, link para baixar as edições de A Morte do Homem-Aranha:
http://www.actionsec...mem-aranha.html
Espero que goste.
Bem, Maressa, link para baixar as edições de A Morte do Homem-Aranha:
http://www.actionsec...mem-aranha.html
Espero que goste.

#7
Posted 06 agosto 2011 - 10:33
Pode isso?Fala Sério...matar super heróis?Não são mais SUPER ou não são mais HERÓIS?
Como podem fazer isso ,assim não existe lei pra proteger os direitos dos leitores?
Tsc...travou aki o link que vc indicou...
Eu falei com vc hj ainda que tava lendo a biografia dele e tal...
:amovcs:
Como podem fazer isso ,assim não existe lei pra proteger os direitos dos leitores?
Tsc...travou aki o link que vc indicou...
Eu falei com vc hj ainda que tava lendo a biografia dele e tal...
:amovcs:
"A viagem por outros universos pode ser mais penosa do que se imagina"
(Mangá Tsubasa) MaressaMaressaMaressa



:amovcs:
Viva o Céu! Viva a Nobreza! Viva o Mar! Viva a Maressa!
#8
Posted 07 agosto 2011 - 12:25
Bem, li apenas as duas edições de Os Supremos e achei ridícula essa morte do Homem-Aranha, como, aliás, a trama dos Supremos VS Vingadores.
Universo Ultimate é lixo. Vou baixar a edição 160 de Spiderman, espero que, ao menos, não mostrem outra morte diferente.
As duas primeiras edições de Os Supremos e UFF lidando com zumbis foram as únicas coisas que li e me lembro que prestaram nessa coisa toda. Nem uma morte digna será que são capazes de dar ao Spider?
Maressa, se heróis não morrem de vez em quando perde parte da graça. E ao menos foi uma atitude corajosa da editora matar um personagem até importante como PP...
Universo Ultimate é lixo. Vou baixar a edição 160 de Spiderman, espero que, ao menos, não mostrem outra morte diferente.
As duas primeiras edições de Os Supremos e UFF lidando com zumbis foram as únicas coisas que li e me lembro que prestaram nessa coisa toda. Nem uma morte digna será que são capazes de dar ao Spider?
Maressa, se heróis não morrem de vez em quando perde parte da graça. E ao menos foi uma atitude corajosa da editora matar um personagem até importante como PP...

#9
Posted 08 agosto 2011 - 11:06
Mesmo assim...acho chato...
Não acho justo ,seja pra que fim for...não consigo entender.
:amovcs:
Não acho justo ,seja pra que fim for...não consigo entender.
:amovcs:
"A viagem por outros universos pode ser mais penosa do que se imagina"
(Mangá Tsubasa) MaressaMaressaMaressa



:amovcs:
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#10
Posted 15 agosto 2011 - 08:21
Merecia um tópico própio mas por comodismo vou acabar postando aqui, ja viram este cartoon do black phanter?:
Achei a arte e o gore EXCELENTES, narrativa boazassa. Acho que vou acompanhar junto com o thundercats hein.
Achei a arte e o gore EXCELENTES, narrativa boazassa. Acho que vou acompanhar junto com o thundercats hein.
#11
Posted 26 agosto 2011 - 09:24
Eu não ia criar um tópico própio..
Mas comecei a ler Basilisk manga. E putz fui surpreendido pela qualidade da bagaça. Não me lembro de ter empolgado tanto em uma leitura desde berseker.
Mas digam lá, fiquei sabendo que tem anime da bagaça, é bom? É nível o manga?
Mas comecei a ler Basilisk manga. E putz fui surpreendido pela qualidade da bagaça. Não me lembro de ter empolgado tanto em uma leitura desde berseker.
Mas digam lá, fiquei sabendo que tem anime da bagaça, é bom? É nível o manga?
#12
Posted 27 agosto 2011 - 08:42
Basilisk é aquela história de Romeu e Julieta ninjas no Japão Feudal?
Vi o anime e embora seja legal, não me empolgou tanto. Minha veia romântica nao tava muito afinado com ele.
Vi o anime e embora seja legal, não me empolgou tanto. Minha veia romântica nao tava muito afinado com ele.

#13
Posted 27 agosto 2011 - 06:16
Quote
Basilisk é aquela história de Romeu e Julieta ninjas no Japão Feudal?
Vi o anime e embora seja legal, não me empolgou tanto. Minha veia romântica nao tava muito afinado com ele.
Vi o anime e embora seja legal, não me empolgou tanto. Minha veia romântica nao tava muito afinado com ele.
há goris que se foda o romance! O pega pra capa entre os ninjas é que é soberbo! altas intrigas, estratégias...
#14
Posted 27 agosto 2011 - 09:31
Eu vi o anime e gostei, ainda não vi o manga para poder fazer comparações, mas normalmente é melhor no manga. Devem ter cortado muita coisa legal do manga para caber em poucos eps de anime.
Acho que criei um tópico quando assisti. Naquela época, quanto mais honrado mais romântico, não é como hoje onde quanto mais meloso mais romântico. E na parte de ação não tem frescura, personagens importantes morrem aos montes. Bem diferente da forçada de barra que predomina em outros animes para milagrosamente salvar um personagem do perigo.
Acho que criei um tópico quando assisti. Naquela época, quanto mais honrado mais romântico, não é como hoje onde quanto mais meloso mais romântico. E na parte de ação não tem frescura, personagens importantes morrem aos montes. Bem diferente da forçada de barra que predomina em outros animes para milagrosamente salvar um personagem do perigo.
Abrir mão do consumo de produtos de origem animal não implica, nem um pouco, em deixar de sentir prazer ao comer. A culinária vegetariana é absolutamente rica e o próprio paladar de quem adota outra dieta se modifica, assim você vai conseguir saborear outros alimentos e ter tanto prazer quanto tinha com os de origem animal (ou até mais!).
#15
Posted 28 agosto 2011 - 12:44
Quote
Merecia um tópico própio mas por comodismo vou acabar postando aqui, ja viram este cartoon do black phanter?:
Achei a arte e o gore EXCELENTES, narrativa boazassa. Acho que vou acompanhar junto com o thundercats hein.
Achei a arte e o gore EXCELENTES, narrativa boazassa. Acho que vou acompanhar junto com o thundercats hein.
Mas não acho que esses motion comics são a solução para boas animações. Dá pra aguentar por conta do ótimo roteiro, do contrário não desceria.
"cê tá pensando que eu sou loki, bixo?"
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